Aliens, cruéis e sábios, vem dos céus com suas naves espaciais redondas, piscantes, brilhantes e impenetráveis.
Todo ataque tem um centro e os aliens, usando de toda sua sapiência,
escolhem a Irlanda, sim a Irlanda, afinal, quem desconfiaria que aliens a atacariam?
Porque não os EUA todos irão dizer. Desta forma a guerra pegará todos de calças
arreadas, é o que pensaram.
Pequenos camponeses irlandeses começam a se defender, mas os
aliens disparam raios laser de várias cores que desintegram tudo ao seu redor. Mísseis?
Bombas atômicas? Isso nada adiantaria, aliens nos estudam a séculos, sabem bem
nossos pontos fortes e fracos, trouxeram seus escudos anti explosões nucleares,
mísseis, tiros de escopeta entre outras armas.
O destino da humanidade foi traçado: a destruição! Formigas
lutando contra homens são homens lutando contra aliens, o que restaria da
humanidade?
Todos os camponeses irlandeses logo saem a luta, abrem o
galpão e tiram suas catapultas já empoeiradas e trazem ao campo de batalha, ato
contínuo abrem o celeiro e trazem todas suas cabras, sim, cabras. Jogam as
cabras nas catapultas, e as catapultas as joga nas naves invencíveis, que logo
explodem ou colidem com outras naves.
Imagino até a conversa que os aliens tiveram antes de atacar
a terra:
-Capitão, já coloquei todos os escudos!
-Cabo para que tudo isso? Coloque apenas a anti explosão
nuclear, míssil e escopetas.
-Sim senhor capitão.
Tudo isso dito em Richotonofranes, a língua alien.
Cabras voavam por todos os lados, centenas, não... milhares
delas voando aos céus, como guardiões alados. As naves caiam ao chão, e os
irlandeses mais cultos logo entravam nelas e pegavam a tecnologia alien, para
assim usar o poder alien, contra os aliens.
Assim, cabras com botas foguetes eram lançadas pelas
catapultas, e aos aliens só sobrou a amarga derrota e a lição de que não devem
subestimar os irlandeses.
Agora o mundo não mais clama por potências, mas apenas pela gloriosa
Irlanda, com sua majestosa bandeira verde, branca e laranja, que se tornará
agora o símbolo de toda a humanidade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário