quinta-feira, 5 de abril de 2012

Aliens e Irlanda


Aliens, cruéis e sábios, vem dos céus com suas naves espaciais redondas, piscantes, brilhantes e impenetráveis.

Todo ataque tem um centro e os aliens, usando de toda sua sapiência, escolhem a Irlanda, sim a Irlanda, afinal, quem desconfiaria que aliens a atacariam? Porque não os EUA todos irão dizer. Desta forma a guerra pegará todos de calças arreadas, é o que pensaram.

Pequenos camponeses irlandeses começam a se defender, mas os aliens disparam raios laser de várias cores que desintegram tudo ao seu redor. Mísseis? Bombas atômicas? Isso nada adiantaria, aliens nos estudam a séculos, sabem bem nossos pontos fortes e fracos, trouxeram seus escudos anti explosões nucleares, mísseis, tiros de escopeta entre outras armas.

O destino da humanidade foi traçado: a destruição! Formigas lutando contra homens são homens lutando contra aliens, o que restaria da humanidade?

Todos os camponeses irlandeses logo saem a luta, abrem o galpão e tiram suas catapultas já empoeiradas e trazem ao campo de batalha, ato contínuo abrem o celeiro e trazem todas suas cabras, sim, cabras. Jogam as cabras nas catapultas, e as catapultas as joga nas naves invencíveis, que logo explodem ou colidem com outras naves.

Imagino até a conversa que os aliens tiveram antes de atacar a terra:
-Capitão, já coloquei todos os escudos!
-Cabo para que tudo isso? Coloque apenas a anti explosão nuclear, míssil e escopetas.
-Sim senhor capitão.
Tudo isso dito em Richotonofranes, a língua alien.

Cabras voavam por todos os lados, centenas, não... milhares delas voando aos céus, como guardiões alados. As naves caiam ao chão, e os irlandeses mais cultos logo entravam nelas e pegavam a tecnologia alien, para assim usar o poder alien, contra os aliens.

Assim, cabras com botas foguetes eram lançadas pelas catapultas, e aos aliens só sobrou a amarga derrota e a lição de que não devem subestimar os irlandeses.

Agora o mundo não mais clama por potências, mas apenas pela gloriosa Irlanda, com sua majestosa bandeira verde, branca e laranja, que se tornará agora o símbolo de toda a humanidade.

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